O VIGÉSIMO DÉCIMO PRIMEIRO ANIVERSÁRIO
Como a foto ilustra, o dia da véspera da véspera do Natal celebra o meu aniversário.As actividades festivas foram astutamente canceladas para evitar o fiasco do ano passado, no entanto, a comemoração do meu vigésimo décimo primeiro aniversário (sim!) começou logo dia 19.

Lá longe, nas terra do tio Sam, recebi os parabéns do Rodrigo que, como dizem os americanos, "
jumped the gun". Não foi o único, igualmente nos Estados Unidos, o Tim preparava o terreno para a mãe de todos os presentes. O que ele se riu com as minhas suposições para o presente de aniversário pousado na minha secretária, cujo conteúdo permanecia desconhecido sob o papel de embrulho.
The gift that can not be mentioned (assim foi apelidado) provou ser aquilo que já adivinhava: algo que já havia visto a 300 metros de distância DUAS VEZES, gravado num país cujo título envolvia o nome de um país começado por P. Ou seja: o dvd do concerto dos Pearl Jam em Portugal. Eu devia ser vidente!
Sem perder tempo, e porque o trabalho na Kodak é de tal forma excessivo que não dá tempo para nada, optei por comemorar o aniversário mais cedo, aproveitado o fim de semana de folga, e laurear a pevide e ir ao cinema (coisa rara nestes últimos meses). Depois da "História de uma Abelha", tinha uma mensagem do Dário no telemóvel. O meu "
Cultural Sugar Daddy" tinha um plano para essa noite, um jantar de aniversário de um amigo em Cascais - aparentemente não fui a única a celebrar o aniversário mais cedo. Não interessa o destino, nem as porções reduzidas em restaurantes trés chic, mas sim o tempo passado na sua companhia.
Porém, o Dário tinha reservado um presente ainda melhor.
Um vibrador mental! A Sério! Eu explico... para que fique esclarecido que nenhum acto de lúxuria está envolvido, apesar de o tópico de conversa ter incidido bastante na pornografia.
Como já tive a oportunidade de salientar (inúmeras vezes), quando o Dário vem a Portugal, é a minha oportunidade para ir ao cinema com companhia e assistir a uma peça de Teatro que tem impreterivelmente no seu elenco, o meu objecto de deleite visual - "o rapaz do 3" ou Bano, como carinhosamente lhe chamo. Á falta de peça em cena do namorado da nossa amiga do Secundário, fomos ter com eles a um restaurante do Bairro Alto, já a madrugada espreitava. A partir daí foi um conjunto de orgasmos mentais, boa conversa e um longo acariciar de braços com a frase "
Parabéns!"
Repito:
Vibrador Mental! Dado o tumulto hormonal a acontecer no interior do meu corpo depois inesquecível cumprimento, eu portei-me como uma campeã. A visão daquele homem alto, extremamete magnético, com aquela voz e sentido de humor é deveras tentadora. É assim um Vibrador Mental, é um prazer usá-lo, mas não implica necessariamente uma relação amorosa ou platónica.
Digo-vos já. EU MEREÇO, PORRA!!! A quantidade de pés de chinelos que me assediam não contribuem nada para a minha auto estima.
Nunca tive tanta pena da inexistência de um bar aberto até às 4 da madrugada para prolongar o uso do meu vibrador mental. Ainda fomos ao "Fufex", assim lhe chama a Cláudia pelas razões óbvias mas o ambiente não estava acolhedor.
A Joana também não perdeu tempo e desejou os Parabéns no dia 22. Ainda bem, porque assim combinámos um
encontro fotográfico nos jardins do Museu do Teatro e do Traje para o dia 23.




Mais um bolo feito por mim para finalizar o ritual de aniversário, este ano invadi a festa de aniversário de outra pessoa e fiquei-lhe com o bolo e a canção de Parabéns. Quem sabe se para o ano não partilho o aniversário com o Eddie Vedder na praia da Ericeira!