
Ruth's Newsletter
MAYA aka TERRORISTA!
Quando dei a alcunha de "Terrorista" à minha gata Maya, foi uma mera alusão ao facto desta aterrorizar o meu sono e paz. Nunca pensei que a Maya levasse a alcunha tão a peito e proporcionasse um verdadeiro golpe terrorista!
No sábado de tarde, recebi o telefonema alarmante da minha mãe, anunciando que os bombeiros foram chamados à minha casa devido a fuga de gás. Deixei o fogão ligado?! NÃO! Sra Maya, nos seus acrobáticos saltos para cima do armário da cozinha, escorregou no bico do fogão e deixou-o aberto! Não fossem os vizinhos avisarem a minha mãe,que correu para a minha casa em pânico, chegava a um lar destruido e animais mortos. CREDO!! Ninguém diria com este focinho inocente...
Li no jornal a notícia de um gato que provocou uma inundação!Que belo par de terroristas ambos fariam!! Um inunda, a outra explode. Felizmente, no meu caso correu tudo bem.
Ontem saltou de rompante para a sanita que tinha a tampa aberta e vai daí, pumba patas na água. Felizmente não havia lá nenhum (de)objecto não identificado. Uma da manhã e eu a rir que nem uma perdida.
Lição a retirar desta aventura:
FECHAR O GÁS! (e também todas as portinholas e tampas, não vá a Maya enfiar-se na máquina de lavar loiça ou roupa, ou mesmo o micro ondas).
Se todos os Cães fossem como a Lassie
Sou apologista de viver sozinha, mas é uma chatice do catano quando acabadinha de tomar banho descubro que me esqueci de colocar a toalha no sítio. No caminho para o armário para buscar a toalha lavada, nua em pêlo, pingando o chão, penso que bom seria que a minha cadela Flora fosse como a Lassie. Eu dizia:
Flora busca... TOALHA. E lá ia ela.
Girava o puxador da porta da sala, abria o roupeiro, enfiava a patinha no cesto da prateleira de cima e trazia a toalha nos dentes. Ainda tentei, mas ela olhou para mim assim.

Outro flagelo facilmente resolvido se os meus cães fossem como a Lassie - mudar a botija de gás. Acreditem ou não 89,9% das vezes, o gás acaba quando estou a tomar banho, mesmo no meio quando estou de champô na cabeça e gel duche no corpo e não há volta a dar. Mais uma vez, lá tenho de ir, nua em pêlo, a pingar o chão a mudar uma botija de 20 quilos, titilando de frio. Se fosse como a Lassie, a minha cadela Blackie poderia arrastar a botija com o lombo e ajustar a torneira do gás à bilha com os dentes, em vez de lamber a espuma do chão por onde passo.
Já não se fazem cães como antigamente...
"THE BITCH IS BACK AGAIN!"
Não sou eu que o digo, é a própria Skin, retornada à banda que tanto adoro para uma tournée Greatest Hits. Melhor ainda, com a notícia que haverá novo álbum. É mesmo verdade os Skunk Anansie estão de volta - e em boa forma!
Sabendo os meandros do Coliseu, apressei-me a escolher o melhor local para o concerto e arrastar o Ferreira comigo. Ali, junto ao varandim das galerias, rente às colunas, o som era ensurdecedor, mas é assim que deve ser para sentir a energia ao vivo (desde que se traga uns tampões para os ouvidos).
Curiosamente o set iniciou da mesma maneira que da última vez os vi em 99: "Selling Jesus", "Charlie Big Patatoe", seguida da nova "Because of You".
Junto à entrada do palco, reencontrei o João na labuta e tirámos a foto da praxe. Assistir ao concerto de Skunk no meio destes dois belos espécimens masculinos é um privilégio!