<$BlogRSDURL$>
Ruth's Newsletter
Saturday, March 06, 2010
  UM PM QUE INCUTE CONFIANÇA


Vi este cartoon no jornal Metro e tinha de partilhar.
 
Friday, March 05, 2010
  INTO THE WILD
EU FUI!!!



Aliás, procurem-me no canto esquerdo do palco, no concerto em que ele coloca a bandeira da Escócia ao pescoço.Naquela posição, é difícil perceber o mar de gente que estava nos concertos e o efeito do famoso "circle of death mosh pit". Insanidades a la Jared...

30 Seconds To Mars - MTV Shows
30 Seconds To Mars - MTV Shows

MTV Shows

30 Seconds To Mars - MTV Shows
 
Thursday, March 04, 2010
  FROM CELTIC LAND TO MARS part II
Escócia - Glasgow
Temperatura: GELO!
27 de Fevereiro a 2 de Março



Pensei que tudo o que poderia correr mal, aconteceu em Dublin. Estava errada. O tempo chuvoso que me saudou à saída do aeroporto de Glasgow foi um prenúncio do descalabro que me esperava. O excesso de confiança pela familiaridade com a cidade onde vivi em 1999 e onde deixei amigos, fez-me indolente na planificação. Os oito anos de distância na última visita a Glasgow, foram eficazes em apagar a memória da escabrosa condição meteorológica da cidade que apelidei de smelly city. Baptismo incentivado pela poluição e os cheiros avinagrados da destilaria e botequins de fish &chips.

Day#1 ARGHHHHH

Os já habituais problemas de orientação brindaram as primeiras horas na cidade em busca do hostel. A chuva miudinha e o arrastar da mala também não ajudaram (sem surpresa, o mapa também não). Este seria o menor dos meus problemas na smelly city. Logo no check in a recepcionista interrogava-se sobre o que significaria o ponto negro no registo do computador. Assim que entrei no quarto e testemunhei a pior pocilga que alguma vez havia visto, soube de imediato o significado do "ponto negro".

No chão estavam espalhadas, roupa, meias e cuecas sujas, mais sacos de recipientes vazios de comida. A presença de duas raparigas, ainda a dormir em pleno meio dia, denunciou a madrugada de pândega e o seu fraco sentido de salubridade. Desci para a recepção e convidei a recepcionista a visitar o quarto caracterizando-o como filthy e pigsty. Exigi um novo mas foi-me negado, como já tinha pago não havia nada a fazer. O hostel (curiosamente premiado como «o melhor» de Glasgow) não tem a política de limpar os quartos quando estes estão ocupados e como as princesas da pândega dormiram ambas as manhãs, o quarto não era limpo desde aí.

O azar não terminava aqui e estendeu-se até à impossibilidade de contactar velhos amigos. Não conseguia completar a chamada e mesmo que enviasse um email a comunicar a minha localização, não teria oportunidade de ver a resposta a tempo. Miserable and cold, atirada para um quarto o qual não queria estar. Pelo lado positivo, não me perdi no percurso até ao Armadillo, a arena do concerto de 30 Seconds to Mars. Sempre em frente pela marginal, 25 minutos a pé junto ao rio Clyde, observando a bonita colecção arquitectónica de pontes que ligavam ambas as margens. Nas inúmeras vezes que estive em Glasgow nunca visitei aquela área que se assemelhava a um Parque Expo.



Obrigada aos arquitectos do SECC (aka Armadillo) por pensarem nas pobres almas regeladas ao frio, ao definir a zona de espera no interior da área comercial. Já o demasiado zeloso sistema de segurança colocou-me em frente a uma porta que apenas abria quando todas as outras abrissem. Não só isso, como um cordão de segurança nos deslizava a passo de caracol para a arena. Resultado: Adeus barreira. Adeus assistir ao concerto sem apertos. Adeus oportunidade de me encontrar com a minha echelon connection. Encontrei sim, um grupo de portuguesas no final e em conjunto tagarelamos sobre os nossos aposentos para a noite, eu na pocilga, elas no aeroporto. Nós, band aids somos de fibra resistente. Sem possibilidade de boleia e mentalizando atravessar a marginal a pé, depois da gélida meia noite, fiz o chamado sprint for your life, de tal modo ligeiro que acabei por ultrapassar o destino do hostel por 500 metros. Integridade física preservada, princesas da pândega fora e o quarto estava limpo. Enfim, dormir um soninho descansado.



Day#2 TO BE OR NOT TO BE WARM - THAT IS THE QUESTION

Com o tempo nublado e neve a cair, restava-me o refúgio do Museu de Kelvingrove. Já nos tempos do Erasmus fazia gazeta às aulas para ir ao museu (as minhas gazetas são sempre escapes culturais). Sabia qual o autocarro, sabia o caminho, não sabia qual a paragem de autocarro. Ao fim de oito anos o percurso mudou e a paragem no sentido norte era numa rua diferente. A questão era onde? Onde, valha-me a santa dos desorientados? Palmilhei rua, atrás de rua, quarteirão atrás de quarteirão e não consegui descobrir. O caminho a pé era simples e até seria agradável não fossem os 2 graus negativos e a neve miúda. Uma hora depois chego ao destino com 2 pés blocos de gelo, aliviadamente descongelados dentro do museu. Outro alívio, acesso à internet de borla. Viva a aldeia global! Mandei um SOS via facebook e email, mas infelizmente salvamentos virtuais não resolveriam o meu problema na smelly city.



Day #3 - THE SUN! THE SUN!

O sol despontou no último dia da minha estadia em Glasgow e não perdi tempo a chegar ao meu destino - Necropolis. O sol pareceu iluminar o meu sentido de orientação pois o caminho até ao ancestral cemitério ocorreu sem percalços. Estava ansiosa por voltar a encontrar veados na colina mas não tive tal sorte. Os veados possivelmente estavam no quentinho da lareira das suas casas.



Aproveitando a pedalada da caminhada, fiz de novo o percurso ao longo da marginal, coincidindo com o pôr do sol para fotografar as modernas estruturas que coroam a margem esquerda do Clyde. Nessa altura a bateria da Nikon extinguiu-se, mas mesmo sem o meu fiel tripé, a compacta Sony deu conta do recado.



De novo, o LIDL veio em meu auxílio e pude empanturrar-me de homemade veggie burritos ao jantar. Confesso foi uma refeição nada escocesa, mas também não se esperava que comesse haggis. Para quem não sabe, um prato típico que consiste em estômago de borrego recheado de testículos do dito borrego. No Thanks.

Glasgow em fotos:

 
Wednesday, March 03, 2010
  FROM CELTIC LAND TO MARS part I
Ireland - Dublin





DAY #1 ARRIVAL

A viagem por terras celtas foi um exemplo ilustrado do que pode acontecer quando uma viagem não é bem planeada, especialmente a nível de transporte. Tudo parecia correr bem, zero problemas em sair do aeroporto para o centro da cidade e eis senão quando deparo-me com dificuldade em perceber os trajectos da rede pública de autocarros (tal informação é top secret a avaliar pela dificuldade em encontra-la). Tendo em conta que estaria um frio de rachar, passear do ponto A para ponto B, pelo próprio pé, não seria necessariamente agradável (e não foi).

Sem tempo a perder, pus-me a caminho do Museu, assim que me instalei no simpático hostel - uma acomodação com muita personalidade e no centro de tudo. Tudo menos do Barracks, o museu que escolhi visitar. De kispo e capuz vestido para me proteger da chuva, calcorreei os passeios, cima abaixo na singela tentativa de apanhar o autocarro correcto, na via correcta.

Como foi possível, o simples trajecto, estampado no cartão que ostentava na mão, descambar para o precipício? Simples. Eu sou EU. Sem noção de direcção, lidando com um passe turístico muito fraco, onde existem 3 hipóteses de transporte: autocarros, comboios ou o LUAS (Metro de superfície), mas sem as puder combinar, foi o descalabro. Em minha defesa, 3 pessoas diferentes deram direcções diferentes, em sentidos opostos. Resultado: encharcada e sem chegar a lado algum, com uma gloriosa vista da via rápida. Sim, a parte "gloriosa" é sarcasmo...

De regresso ao hostel, reparo no cartaz que anuncia o filme "Quatro Casamentos e um Funeral" e fico entusiasmada, até perceber qual a tendência natural do playlist televisivo: Futebol + Futebol = (mais) Futebol. Quem teria a coragem de mudar de canal quando se disputava a meia final da Champions League?! Eu não.

Decidida a não esmorecer com a ideia de uma muito nublada (e fria) Dublin, parti para as Docklands, com a máquina fotográfica em punho, para captar a beleza nocturna da marginal do rio Liffey (lê-se Liffy). Sem tripé, é certo, mas por alguma razão a mala Sport Billy tem esse nome. Gostei do resultado.

DAY#2 MUSEUMS, MUSEUMS

Antecipado o estado meteorológico chuvoso, tinha apenas um plano para esse dia - MUSEUS. A caminho da National Library, ligo para a minha mãe queixando-me do frio.Em resposta ela resmunga sobre o homem nu da garagem de baixo, que expôs as partes íntimas quando esta vai à rua com os cães. Em tom blase, retruco: Isso é o motoqueiro masturbador, ignora-o! A minha mãe optou por fazer queixa e, verdade seja dita, nunca mais vi o sr. (vestido ou despido).

1ª paragem - National Library. Contrariamente à minha natureza tuga, enviei um email na véspera a pedir autorização para fotografar esta lindíssima biblioteca. A resposta foi positiva, mas no local as sobrancelhas dos seguranças assumiram a posição de perplexidade. Valeu-me a tremenda simpatia irlandesa e o facto de ter memorizado o nome da funcionária que autorizou a minha presença ali - Sioban (lê-se Shevon - obrigada Escócia pelas noções básicas de gaélico).

Durante longos minutos fiquei hipnotizada com o deslumbrante tecto abobadado até o funcionário me despertar do pasmo com a pergunta "Não fotografa?!" Disse que queria apreciar um pouco mais por achar aquela divisão maravilhosa. E, com esta resposta, tive direito a uma piscadela de olho e a garantia de tirar as fotos que quisesse.

Simpatia irlandesa - 10 points!


Deambulando pela ruas de uma Dublin nebulosa, chego à conclusão que me tinha esquecido da teleobjectiva e lembro-me de pensar que isso não era grave tendo em conta que o tempo cinzento, mas segundos depois, e se isto fosse um desenho animado da Looney Toons, uma bigorna cairia em cima de mim. Afinal de contas esta viagem foi planeada para assistir a dois concertos e fotografar os ditos e, convenhamos, é bastante útil ter uma teleobjectiva nessa ocasião.

BOING


Foi numa capela transformada em posto de turismo que surgiu uma ideia de passeio: Howth. Lia-se no folheto que as focas eram alimentadas no cais pelos pescadores e a vila estava a uma distância de 30m de autocarro. Quanto mais perto da hora do pôr-do-sol estivesse, melhor - o tempo nublado é o pior inimigo de uma fotógrafa. Quando lá cheguei, nada de focas, nada de pôr-do-sol idílico e um frio de rachar. Eu parecia um esquimó com tanta camada de roupa e com as extremidades tão frias que tornou-se doloroso fotografar (luvas foi outra coisa que me esqueci de pôr na mala). Uma abadia com uma surpreendente vista para o Ireland Eye e um cais pitoresco foi o que se arranjou, mas gostei muito do ambiente sossegado de vila piscatória.




De volta à cidade, por volta das 21h, corro que nem uma maluca em direcção ao cinema onde decorria o festival. Podia jurar a pés juntos que tinha lido na programação que o filme da Drew Barrymore, "Whip it" passava naquele dia, mas assim que cheguei à bilheteira, ainda esbaforida da corrida oiço a resposta: "Sorry that was yesterday." Pois claro...típico.

No regresso ao hostel, numa noite amena encontrei um LIDL - esse verdadeiro oásis de frutas a preço decente (riam-se, mas é verdade) e fotografei os pontos de interesse da O'Connel Street. O General Post Office (GPO), onde foi lida a declaração da independência na Páscoa de 1916 e The Spire, difícil de passar despercebido sendo mesmo foi o meu ponto de referência para me orientar). No alto dos seus 121 metros, aquela agulha de ferro parecia reunir uma importância que não compreendia até ler as circunstâncias em que foi erguida. Outrora, onde assentava um pilar dedicado ao almirante inglês Lord Nelson, ficou um buraco de detritos devido à deflagração de uma bomba reivindicada pelo IRA. Os irlandeses levam muito a sério o seu ódio pelos ingleses, mesmo sendo figuras de estátua. Na década de noventa, foi erguido no seu lugar uma esfera de aço inoxidável, baptizada em irlandês como o Monumento de Luz, dado a sua propriedade reflectora. Eu chamei-lhe Estrela de Belém, pois estava localizada na rua por detrás do meu hostel e assim que via a ponta do Spire, sabia que estava próxima do meu destino de descanso.

Day #3 Into the Wild

Acordei animada com os raios de sol a bater na janela anunciando um belo dia para o concerto de 30 Seconds to Mars. Entrei logo em estágio no balneário, iniciando o ritual matinal ao som da banda com o altifalante do mp3 em uso. Confrontada com o olhar vidrado da rapariga ao meu lado, pergunto se a música a incomoda e a sua resposta foi anunciar o seu nome de guerra no Echelon. Caramba, quem diria. Em pleno espírito Field Of Dreams: «Play it and they will come», a música dos 30 Seconds reuniu-me com um grupo de 6 italianas que também iam ao concerto. Combinamos encontro para mais logo, mas antes ia aproveitar o belo dia de sol para explorar Dublin.

Um hora antes da Walking Tour promovida pela hostel, esgueirei-me para o GPO e meti conversa com o segurança para saber mais sobre a herança histórica do edifício onde foi proclamada a Independência na Páscoa de 1916. Quando mencionei ter lido que ainda se podiam ver as marcas das balas resultantes dos confrontos, o segurança fez uma careta e declarou no seu distinto sotaque irlandês: BALELAS!



Com 45m de atraso, Seamus, o nosso guia, recolheu-nos no hostel dando início a uma apressada caminhada até ao ponto de encontro, atravessando sinais vermelhos com uma comitiva de 10 pessoas na sua traseira. Sendo a única capaz de o acompanhar (até em férias estou em modo passo rápido) consegui desabafar a frase:

«Your plan to get us there fast, is not killing us, I hope?»

No seu adorável sotaque, o jovem Seamus (lê-se Shamous), garantia que este não seria o ritmo da visita guiada e que com ele estávamos seguros. Seguros e muito bem informados, pois ele foi um guia 5 estrelas, hilariante na forma como angariava transeuntes turistas em pleno movimento e pedia contribuição monetária para alimentar os seus filhos famintos, aceitando propostas de casamento para o sustentar. Percorremos a capital sabendo cada pormenor de cada canto e ouvi-lo falar de forma tão apaixonada sobre o seu escritor favorito, autor das «Viagens de Gulliver», foi um prazer. Seamus explicou que Jonathan Swift foi igualmente responsável por um panfleto altamente satírico, Uma Proposta Modesta em que sugeria que as crianças pobres fossem alimento para os ricos. Nem toda a população percebeu o carácter crítico impresso no título: «Para impedir que os filhos das pessoas pobres da Irlanda sejam um fardo para os seus progenitores ou para o país, e para torná-los proveitosos ao interesse público».

Foi por culpa de Seamus que decidi, à última hora, visitar a Antiga Biblioteca do Trinity College. Os meus olhos dilataram como os de uma criança em frente a uma montra de doces quando ele mencionou que a Biblioteca foi usada para filmar uma cena de Indiana Jones e a Grande Cruzada. Com toda a minha pujança croma ripostei que a cena da biblioteca tinha sido em Veneza, na Itália, mas o nosso guia foi rápido a esclarecer que o exterior sim, mas o interior foi ali mesmo no Great Hall.



Não tenho o hábito de dar gorjeta aos guias, mas Seamus mereceu-a, pela impressionante cota parte de trivia que incluiu a informação que a Courtney Love estudou naquele colégio, no mesmo curso dele e que ainda permanece válido um dos estatutos que permite aos alunos atirar a matar um cristão que atravesse o pátio(!) O colégio foi também palco de um acesso combate entre o exército britânico e irlandeses sequiosos de liberdade - até aí a grande maioria da frente de combate pertencia à comunidade artística. Em tom de brincadeira Seamus gracejava: «We can make a great song about anything, but we can't win a war! ». Depois dos confrontos no Trinity College, a ala militar finalmente juntou-se à frente de combate exigindo independência o que levou à divisão da Irlanda em 1916. A parte norte sob controlo britânico, a parte sul tornou-se a República da Irlanda.

Já dentro do Great Hall, tive sérias dificuldades em manter o meu maxilar cerrado, tal o espanto magnitude arquitectónica da antiga Biblioteca, tão magnifica como a vemos no filme da saga Indiana Jones. Ainda mais estando presente. Infelizmente não foi permitido fotografar e confesso que dificilmente conseguiria captar a beleza daquela biblioteca, os postais vendidos na loja, ajudarão a manter a recordação viva.




Às 16 segui para as Docklands para o recinto do concerto, 25m a pé e muitas referências a O2 depois, lá cheguei ao recinto. Aguardei horas, numa curta fila a escassos 100 metros da porta, agonizando com frio à medida que a noite foi descendo sobre uma ansiosa multidão que cantava alegremente o hino de Glee: «Don't Stop Believing» e outros cânticos rockeiros. A cumplicidade de corpos regelados acabou por unir a multidão que gritava «LET US IN». Os seguranças não tiveram piedade e pela altura que abriram as portas os meus pés estavam de tal modo regelados que apressar o passo infligia dor. Tive sorte e consegui um lugar junto à barreira, no canto direito, em frente ao Shannon que, louvado seja o senhor, estava no lado direito do palco e não ao centro na rectaguarda como era hábito. Em nenhum concerto consegui ver o baterista dos 30 Seconds to Mars com tamanha nitidez e proximidade e eu sem a lente zoom para conseguir captar o momento. Na companhia de duas fãs de países diferentes formámos um trio intercontinental que aproveitou ao máximo a energia impressionante da multidão no arranque da tour inaugural. As expectativas com a banda suporte, os Street Drum Corps não saíram logradas e a sua participação na actuação dos 30 Seconds revelou-se bombástica. Capricorn foi a surpresa acústica, no momento em que Jared surge algures no meio das bancadas após o seu irmão Shannon surpreender com o tema L-490. Jared incitou o famoso mosh circle of death sob o olhar reprovador dos seguranças que proibiam qualquer manifestação efusiva, mas Leto levou a sua avante: «This is no Celine Dion show». Pois, realmente não era e os irlandeses como público portaram-se muito bem, com o género masculino bem representado em números: «I think this is our first mostly men show, I feel a little excited about that», brincou Jared.



No final do concerto, no parque do estacionamento o get together tornou-se ainda mais intercontinental na espera que os rapazes saíssem para cumprimentar os fãs. Combinavam-se, encontros para futuros concertos, eu não era a única com 3 concertos na minha agenda. Tendo em conta o frio, apenas o Shannon apareceu para assinar o que quer fosse que lhe entregassem. Uma das raparigas italianas, sabia pouco inglês, mas sabia o suficiente para pedir um abraço e um abraço recebeu. Eu recebi a sua assinatura no álbum de fotos e não houve oportunidade para mais nada que aquele olhar cor de mel destabiliza o meu raciocínio. No longo caminho para o hostel já perto da uma da manhã, estávamos cansadas (com frio), mas felizes. Para as italianas seria um regresso a casa até nos reencontrarmos em Milão, para mim, haveria outro concerto em solo escocês, no dia seguinte. A aventura celta continuaria. Adeus Dublin, mereces o meu regresso (com temperaturas mais amenas).

Eis Dublin em fotos.

 
You never thought a life as dull would be so entertaining... Believe me. It is! A minha vida dava um filme, daqueles trágico cómicos. A sério, uma vida tão desinteressante nunca foi tão divertida...

ARCHIVES
December 2000 / March 2002 / December 2002 / February 2003 / March 2003 / April 2003 / May 2003 / July 2003 / August 2003 / September 2003 / October 2003 / November 2003 / December 2003 / January 2004 / February 2004 / March 2004 / April 2004 / May 2004 / June 2004 / July 2004 / October 2004 / November 2004 / December 2004 / January 2005 / February 2005 / March 2005 / April 2005 / June 2005 / July 2005 / August 2005 / September 2005 / November 2005 / December 2005 / January 2006 / February 2006 / March 2006 / May 2006 / July 2006 / August 2006 / September 2006 / October 2006 / November 2006 / December 2006 / January 2007 / February 2007 / March 2007 / May 2007 / June 2007 / July 2007 / August 2007 / September 2007 / October 2007 / November 2007 / December 2007 / January 2008 / February 2008 / March 2008 / April 2008 / May 2008 / June 2008 / August 2008 / September 2008 / October 2008 / November 2008 / December 2008 / January 2009 / February 2009 / March 2009 / May 2009 / June 2009 / August 2009 / September 2009 / October 2009 / November 2009 / December 2009 / February 2010 / March 2010 / May 2010 / June 2010 / July 2010 / August 2010 / October 2010 / December 2010 / January 2011 / February 2011 / March 2011 / April 2011 / June 2011 / August 2011 / October 2011 / November 2011 / February 2012 / March 2012 / April 2012 / May 2012 / June 2012 / July 2012 / September 2012 / October 2012 / November 2012 / December 2012 / January 2013 / February 2013 / March 2013 / May 2013 / October 2013 / January 2014 / February 2014 / October 2015 /


Powered by Blogger