QUANDO O TELEFONE TOCA...
7h30 da manhã. O telemóvel toca
Rute (sobressaltada): Estou?
Interlocutor: (...)
Rute (ouvindo respiração do outro lado) - Sim?
Interlocutor: Sim.
Rute: Quem fala?
Interlocutor: É a Ama.
Rute: Ema? Não conheço nenhuma Ema.
Ema (que afinal é Ama): A. M. A.
Rute: Com quem quer falar?
Ama: Com a Rute, é Rute não é?
Rute: Mas eu não conheço nenhuma Ama. De onde nos conhecemos?
Ama: Sei lá, da bateria, talvez?
Rute (dái-me paciência): Eu não toco bateria. Deve ser engano, qual é a Rute que procura?
Ama: Rute...Marlene, talvez.
Rute (fdp): Não me chamo Rute Marlene. Quem lhe deu o meu número?
Ama: Ah, consegui por aí?
Rute: E decidiu ligar para meter conversa? Ao menos escolhia uma hora mais tardia, já que são 7h30 da manhã e eu estava a dormir.
Ama: (...)
A sorte da menina Ama (?), é que me deitei cedo na véspera e mesmo às 7h30 já tinha dormido o suficiente para não a mandar para o c*r*lho logo nos primeiros 20 segundos. Isso, e não é a primeira vez que recebo as mais insanas chamadas a horas impróprias. Será só comigo?